"Que Cântico é este, que nos inspira milênios afora, desertos adentro?
Que Cântico é este, que faz transbordar corações abertos e mentes altaneiras?
Que Cântico é este, de magia pura, que jamais se esgota, que jamais se cansa?
Que Cântico é este, de mistérios tantos, que é sempre o mesmo, que é sempre outro?
Que Cântico é este, fatal e terno, tão distante e próximo?
Que Cântico é este, trovejante e doce, que nos condena a nos tornar plenamente humanos?
... Por certo, é o Cântico do Amor."
Roberto Crema
Imagem: Santosh Rajgarhia

